Respondo com o silêncio que soluça suplicando um pedido de “me dê uma nota merecida ” por mais humilhante que isso pareça. No absurdo do mundo restrito de meu curso, soberbo,um charlatão governa.
Uma voz lânguida sobe “O bobo da corte sempre quer andar na carruagem do rei” deixe que zombe de minha digitação da minha descoordenação ritmica de sorrisos que nunca os dei, deixo que riem da minha paciencia,e da minha suplica pela injustiça.
